5 motivos para assistir Everything Sucks! da Netflix.


Oii pessoal, tudo bem? Dia 16 de fevereiro de 2018 foi lançado na Netflix Everything Sucks! da Netflix. , um seriado americano que se passa na década de 90. 

SINOPSE:

Everything Sucks! é uma série de comédia original Netflix do gênero coming-of-age criada por Ben York Jones e Michael Mohan, uma paródia da cultura adolescente na década de 1990.

Em 1996, na cidade de Boring, alunos dos clubes de teatro e vídeo encaram os altos e baixos da vida adolescente nos tempos do vídeo-cassete.


Terminei de assistir os episódios no dia seguinte e hoje estou aqui para falar 5 coisas que me chamaram a atenção e que fazem da série uma boa opção para assistir. Vamos lá? 


1 – IDENTIFICAÇÃO

Tá, não vou negar. Se me contassem que a série foi gravada em 1996 ao invés de 2018, eu até acreditaria. Ok que existem alguns detalhes que entregam o fato da série ser atual, eu sei, mas ainda assim, sabe quando você assiste uma coisa e te dá aquela sensação de “nossa, isso é da época que eu nasci?” Então, é mais ou menos isso. 



2 – PERSONALIDADE ADOLESCENTE   

Por ser uma série muito humana, empática e acolhedora, é fácil se identificar com as situações em que os personagens são submetidos e perceber a falta de maturidade em muitas atitudes, os medos e as incertezas de um mundo pouco explorado. Mas ainda assim, é engraçado ver como a idade nos torna mais maduros, pois sinceramente, na idade do Tyler, Kate ou dos demais personagens, acredito que não faríamos nada muito diferente. Tudo foi explorado de forma leve e sem precisar impor uma opinião. 



3 – ÁUDIO VISUAL 

Quem gosta de áudio visual, vale a pena prestar atenção nos detalhes. É tudo bem amador, se comparado ao que fazemos hoje em dia, mas muito atual, se comparado a 1996. As cenas do filme e a direção do Tyler me prenderam até o final do 10º episódio. Acredito que essas partes fizeram com que a série perdesse um pouco o foco da trama principal, mas ainda assim, complementaram de forma diferente e interessante.  



4 – HOMOSSEXUALIDADE

Puro, sincero e sem maldade. Exploraram a homossexualidade de Kate, suas angustias, o medo de não ser aceita entre os amigos, de ser rejeitada e toda a incerteza sobre estar fazendo a escolha certa, de uma forma muito leve e bonita de se ver. 



5 – PERDAS, AUSÊNCIAS E RECOMEÇOS

Ao redor de Luke, Kate e Emaline, o seriado é repleto de drama. Luke lida com a ausência do pai e como isso interfere em sua vida, mesmo sem admitir. Kate enfrenta um drama em relação a sua homossexualidade e toda a ausência que a mãe faz em sua vida, assim como respostas que nem ela consegue dar. Emaline, apesar de não ser o foco principal da série, tem um papel importante por retratar insegurança e as consequências de um relacionamento conturbado. 


Mas o ponto é que, cada um à sua maneira, lida com perdas, ausências e procuram um recomeço, mesmo que de forma perdida e bagunçada. 


CRÍTICAS E CONCLUSÃO

Apesar de ser uma série fofinha e com personagens cativantes, senti que em alguns momentos a série acabou se perdendo. Qual a trama principal? Qual o propósito de tudo isso? Ou será que é tudo uma mistura e é isso aí mesmo? Fiquei me questionando isso depois de terminar de assistir.

Confesso que estou curiosa para ver o desenrolar da série, e apesar de não entrar para a lista das “Séries favoritas da vida” (daquelas que a gente morre de amores, sabe?) com certeza continuarei assistindo, por ser leve, tranquila e ainda assim, nos fazer refletir sobre muitas coisas.

Alguém aqui já assistiu? Adoraria saber a opinião de vocês, então me contem aqui nos comentários, tá?

Te encontro no próximo post,

Beijos da Tami.


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